Entrevista a Felipe Dreher – Blog Tecnologia

Existe alguma tecnologia para se comunicar com Deus ou, essa comunicação pode ser feita, também, por meio da tecnologia?

INRI CRISTO: “A tecnologia para se comunicar com DEUS não carece de equipamentos inventados pelos homens e está disponível a todos independente de origem ou posição social: é a oração. No entanto, o significado da oração está muito além de repetir palavras ao vento. Ao orar com fervor, e com os olhos abertos em direção ao infinito (uma vez que os olhos são as janelas do espírito), lançais luminosos raios que conectam vossa alma com o ALTÍSSIMO, meu PAI, que é vosso PAI, meu DEUS, que é vosso DEUS, único Ser incriado, único eterno, único Ser digno de adoração e veneração, onipresente, onisciente, onipotente, único SENHOR do Universo, a grande alma da qual emana a vossa alma, o grande espírito do qual originou-se vosso espírito, cuja dimensão é imensurável e que tudo abarca e a tudo e todos envolve. E, como centro universal do poder e da sabedoria, vibra constantemente emitindo luz, energia vital, dinamismo, força, saúde, bondade e amor, que cada filho pode usufruir invocando-O com sinceridade. E a oração mais forte que vos ensino da parte de meu PAI é o Novo PAI-Nosso, uma vez que o PAI-Nosso que vos ensinei há dois mil anos já cumpriu a finalidade para a qual fora instituído. Eis, portanto, como deveis orar a partir de hoje: PAI Eterno e inefável, DEUS infalível, CRIADOR do Universo, santificado seja o teu nome, seja feita a Tua vontade assim na Terra como no céu, graças Te dou pelo manjar que emana de Ti, aparta-me dos erros e ilumina-me, para que eu te sirva sem equívocos glorificando-Te, hoje e sempre, ó PAI!”.

O Senhor usa alguma tecnologia? Qual? Tem alguma preferência por algum tipo de smartphone ou computador ou até mesmo software?

INRI CRISTO: “O único equipamento eletrônico ao qual me adaptei por força das circunstâncias foi o iPad, que é simples e prático de manusear. Até recentemente não conseguia me adequar a esses instrumentos modernos – refiro-me, neste caso, aos computadores – embora soubesse que são ferramentas indispensáveis para a comunicação nos dias de hoje. Recomendo meus discípulos a não permanecer por muito tempo em frente às máquinas, uma vez que elas emitem uma espécie de radiação aparentemente inofensiva, mas que causa efeitos a longo prazo. De qualquer maneira, vim ao mundo para falar, minha missão é ensinar, educar os que vêm à minha presença, e minha principal ferramenta é a palavra”.

Quando Você teve seu primeiro contato com a tecnologia ou os computadores? De que forma isso impactou sua vida?

INRI CRISTO: “O primeiro computador que um benemérito doou para o Reino de DEUS, oficializado pela SOUST, foi no ano 1994, por sugestão da discípula sacerdotisa Amaí, oriunda da informática. Até então, todas as parábolas e circulares eram registradas em máquina de escrever, da marca Remington. Pouco tempo depois, em 1996, foi editado o primeiro livro da SOUST, o DESPERTADOR, já em programa de computador. Nessa época a internet galgava os primeiros passos aqui no Brasil… Atualmente utilizamos os computadores para fazer transmissões ao vivo, todos os sábados às 11h da manhã no www.inricristo.tv . A propósito, seja bem-vindo a participar, meu filho”.

Cada vez mais as pessoas usam recursos da computação. Como o Senhor enxerga isso?

INRI CRISTO: “Adaptar-se às circunstâncias é sempre uma questão de inteligência. No entanto, deve-se sempre colocar na balança as vantagens e desvantagens de uma mudança tecnológica. Os equipamentos eletrônicos facilitaram a vida do homem em muitos aspectos, mas por outro lado trouxeram conseqüências negativas principalmente em se tratando da saúde, posto que as pessoas tornaram-se acomodadas, acostumadas ao conforto. Permanecer horas a fio em frente a um computador ou até um simples controle remoto contribui para a obesidade. Por isso recomendo aos meus filhos preservar o equilíbrio em todas as situações, fazendo bom uso da tecnologia, jamais permitindo que as máquinas prejudiquem as relações interpessoais. Não é preciso viver como um homem das cavernas, mas também