Horizonte Perdido (1973) Filme

Uma reflexão sobre o encontro do paraíso

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Resumo do filme: Durante um conflito num país oriental, um grupo de fugitivos, desconhecidos entre si, tem seu avião sequestrado. Enquanto voam sem saber o destino, são acometidos por uma tempestade e o avião cai em algum lugar do Himalaia. Os sobreviventes são resgatados pelos habitantes de Shangri-la, um lugar mágico entre as belíssimas e inacessíveis montanhas congeladas do Tibet, onde pessoas de diversas nacionalidades vivem de forma livre e comungam com o princípio da moderação em todas as suas atividades e atitudes, sendo esta a chave para manter o equilíbrio. Shangri-La representa o paraíso terrestre onde existe paz, harmonia e longevidade.

Assim falou INRI CRISTO:

“A primeira vez que assisti ao filme Horizonte Perdido foi na década de 70. Quem produziu não sabia o motivo, mas meu PAI, SENHOR e DEUS mostrou-me que este filme é uma obra inspirada e poderia fazer parte de minha doutrina como forma de ilustrar o que acontece quando alguém decide acercar-se de mim a fim de integrar o luminoso Reino de meu PAI. Mesmo sendo uma ficção, esse filme faz uma analogia de como será o paraíso, o lugar destinado aos eleitos, após o juízo final que virá com a hecatombe nuclear.

No enredo, o irmão do protagonista questiona o motivo de haverem sido levados a Shangri-la. Insatisfeito e ansioso, começa a planejar um meio de retornar à vida “civilizada”, contaminando o ambiente através de conclusões precipitadas e argumentações maledicentes. Através deste personagem é possível ilustrar os espíritos das trevas usando a boca de parentes e pseudo amigos dos que vêm à minha presença persuadindo-os a regressar ao verminoso mundo das trevas de onde emergiram. E é assim que muitos, só depois de cair em desgraça, chegam à conclusão: “Ah, mas ele é Cristo sim!” Todavia já é tarde; quem assim procede acaba se sentindo envergonhado, impotente, incapaz de retornar. Quando alguém vem a mim, recebe a bênção, vê o meu rosto, ouve minha voz, manifesta-se como meu filho e depois, fora dos portões da SOUST, alguém a convence estar equivocada, posso até perdoar sua fraqueza, como já perdoei a muitos, todavia já não posso olhá-la com o mesmo amor que tinha anteriormente, uma vez que mostrou debilidade de caráter ao aceitar que inoculassem maledicências contra mim.

Por isso recomendo aos meus filhos, antes de tentar ajudar seus semelhantes a trilhar o caminho da Luz, que ajudem primeiro a si mesmos, se fortaleçam, se abasteçam de instruções, ensinamentos, retornem sempre que possível a fim de obter esclarecimento. Ninguém está livre de escutar impropérios, calúnias, comentários jocosos a meu respeito, que nada mais são do que um reflexo do caráter de quem os origina… Mas os meus filhos não se deixam abalar; eles confiam em mim, questionam-me abertamente sobre qualquer assunto e assim saem preenchidos, elucidados, confiantes. Aquele que meramente crê em minha identidade iguala-se a Judas Iscariotes; se alguém lhe ministra uma falsa prova contra mim, ele sucumbe ao veneno porque a crença enfraquece, o crente é fraco. Todavia, aquele que sabe é forte e inabalável, porque o saber lhe foi dado pelo SENHOR e ninguém pode tirar. Por este motivo só levo em consideração aqueles que me conhecem, que têm consciência de minha identidade; pois além de saber quem sou, sabem que vim ao mundo só para cumprir a vontade de meu PAI.”

Horizonte Perdido, um musical reflexivo

Fonte: https://mastigada.blogspot.com.br/2010/11/horizonte-perdido-o-musical.html

O filme Horizonte Perdido de 1973, musical dirigido por Charles Jarrott e baseado em romance homônimo de James Hilton, é um dos meus preferidos. Há uma versão anterior, de 1937, do qual este é um remake, em preto e branco e dirigida por Frank Capra.

O livro de James Hilton, que deu origem ao filme, concebido logo após a depressão americana e no pós guerra, criava uma utópica localidade, um lugar mágico entre as belíssimas e inacessíveis montanhas congeladas do Tibet, onde pessoas de diversas nacionalidades viveriam de forma livre, partindo do princípio do uso da moderação em todas as suas atividades e atitudes. Assim, Shangri-La, era assim chamado o tal Horizonte Perdido, representava uma espécie de Novo-Eden.

Mas voltando ao filme. Antes de tudo, confesso que adoro os filmes de Capra, mas esse filme de Jarrot, é superior, ainda que na época do lançamento tanto a crítica quanto o público não tenham gostado. Minha preferência talvez seja pelas canções, todas do genial Burt Bacharach, além da performance dos atores, é claro, ainda que não dê para dizer que há alguma química realmente entre os c