INRI CRISTO X Espiritismo

O quadro a seguir, extraído da internet, retrata com realismo a pedra de tropeço do espiritismo, o principal obstáculo que cerceia aos espíritas vislumbrar a chocante realidade sobre INRI CRISTO.

É espantoso constatar de que forma o líder espírita (lobo com pele de ovelha), arvorando-se em julgador e atropelando a anunciação prevista no Evangelho sobre o segundo advento de Cristo, decide por conta própria que o Filho do Homem não pode reencarnar, ou seja, voltar à Terra de carne e osso.

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Revista O Jovem Espírita Online / Responsabilidade Editorial: Ovande Furtado Jr.
   

Mediante o exposto, torna-se imperativo esclarecer aos espíritas sérios, coerentes, racionais, honestos intelectualmente, ou que anseiam por liberdade de consciência: por que os líderes espíritas, apesar de reencarnacionistas, negam a autenticidade de INRI CRISTO, não admitem a reencarnação do Filho de DEUS, numa cínica atitude de dois pesos e duas medidas?

Quando os líderes religiosos espíritas são questionados acerca da reencarnação do Verbo de DEUS que aqui se manifestou há dois mil anos e prometeu que retornaria, eles invariavelmente escapam pela tangente alegando que Cristo, por ser um espírito evoluído, não necessita mais voltar à terra num corpo carnal, ou seja, não necessita mais reencarnar, todavia se manifestará espiritualmente no plano terrestre – coincidentemente através de alguns médiuns nos centros espíritas – no afã de transmitir sua mensagem e dar a cada um segundo suas obras. E assim, impedem a comunidade espírita de vislumbrar que Cristo voltou à Terra, conforme havia prometido, através da divina, eterna e perfeita lei da reencarnação, ou renascimento físico. Gostem ou não, creiam ou não, INRI CRISTO é o mesmo que foi crucificado há dois mil anos; ele é o mesmo de ontem, de hoje e de sempre.

Obviamente reconhecemos que, no ocidente, os sucessores de Alan Kardec pregam a reencarnação como poucos o fazem. DEUS, que escreve direito mesmo por linhas tortas, incumbiu-lhes a missão de propagar e popularizar o conhecimento sobre o renascimento físico, antes reservado tão somente a um restrito número de pessoas nos ambientes esotéricos, desde que o imperador romano Justiniano, induzido por sua esposa Teodora (cortesã que, usando seus atributos físicos, se fez imperatriz), suprimiu-a da doutrina cristã no século VI, fato este constante nos Anais da História da Humanidade.

Mas a lei da reencarnação, apesar de todas as malignas vozes romanas que lhe tentaram desvirtuar, denegrir, deturpar, vilipendiar, transcendeu este grosseiro equívoco histórico e perpetuou-se na invisível e indelével memória da natureza vivente, manifestando-se, de tempos em tempos, na lúcida