8 – Religiões, como chegar a DEUS, comércio nas igrejas, dízimo, Vaticano, papas, INRI CRISTO x pseudo-religiosos

1) O que o Senhor pensa sobre as inúmeras religiões, igrejas e seitas existentes no mundo? Todas conduzem à salvação e consequentemente a DEUS?

INRI CRISTO: “Sinteticamente, responderia a esta pergunta com o que disse há dois mil anos: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao PAI senão por mim’ (João c.14 v.6). Ou seja, para chegar até DEUS, todos devem passar por mim. Todavia, cada um tem o direito de seguir a sua religião ou o credo que lhe aprouver. Estou na Terra só pelos descontentes; se alguém estiver contente na sua religião, continue nela. Estará me auxiliando na difícil missão de separar o joio do trigo (Mateus c.13 v.36 a 43), as ovelhas das cabras (Mateus c.25 v.32). Todos os caminhos levam a DEUS sim, mas eu sou a reta final, por isto disse ‘eu sou o caminho’. Sempre explico da seguinte forma: digamos que necessitas realizar uma viagem de Curitiba a Brasília. Existem vários meios de chegar até lá: por mar, de trem, a pé, de avião, de automóvel… Podes dar uma longa volta passando por Mato Grosso, São Paulo, Minas Gerais, para finalmente chegar a Brasília. Enfim, só depende de ti escolher qual caminho percorrerás e o meio que usarás a fim de atingires o objetivo. Todos conduzem ao mesmo destino, porém uns demoram mais, outros menos. Alguns são mais arriscados do que outros. Isso significa que, mesmo indo por outras religiões, um dia inevitavelmente terás que vir a mim. Eu sou o final da viagem, o alfa e o ômega, o começo e o fim. Meu PAI e eu somos uma só coisa”.

2) O que o Senhor tem a dizer sobre o comércio existente nas igrejas?

INRI CRISTO: “Ninguém pode usar o meu nome antigo, obsoleto (Jesus) ou o nome de meu PAI para realizar qualquer tipo de comércio nas igrejas. Todo e qualquer sacramento com preço é falso, não tem qualquer validade perante o ALTÍSSIMO, desde que eu disse há dois mil anos: ‘Ide, curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expeli os demônios. ‘Dai de graça o que de graça recebestes‘ (Mateus c.10 v.8). Não porque as coisas de DEUS não tenham valor, e sim que não existe como aquilatar o valor de um sacramento ou de uma bênção. Eis por que quando me chamava Jesus chicoteei os vendilhões do templo em Jerusalém, o que provocou a indignação e o ódio de muitos. E agora, por ordem do SENHOR, adentrei o templo e expulsei os que lá comercializavam em nome dEle, no histórico 28/02/1982, ocasião em que rompi com minha antiga igreja (a romana) e instituí a nova ordem católica, SOUST. Comercializar as coisas de DEUS caracteriza a falsidade e ilegitimidade de uma religião, é uma flagrante violação da lei de DEUS e dos homens (ilícito penal – estelionato). Se fosse para fazer cumprir a lei, os que praticam qualquer forma de comércio ou chantagem nas igrejas ditas ‘cristãs’ deveriam estar na cadeia. Na casa do SENHOR (SOUST) não se pratica a chantagem do dízimo e todos os sacramentos são realizados graciosamente”.

3) É lícita a cobrança do dízimo?

INRI CRISTO: “É lícita a cobrança do dízimo bíblico e não a chantagem do miserável salário do povo. A chantagem do dízimo não se coaduna aos parâmetros bíblicos. O dízimo estabelecido na Bíblia consiste em dar à casa do SENHOR dez por cento do lucro. Nos tempos em que foi instituído o dízimo, a sociedade era constituída por três classes bem distintas: 1) os ‘senhores’ proprietários das fazendas; 2) os profissionais liberais e governamentais; 3) os servos e escravos. Neste caso, unicamente quem podia dar o dízimo à casa do SENHOR eram os proprietários das lavouras e dos rebanhos. Depois de pagar todos os encargos sociais, prover vestimenta e alimentação aos escravos e serviçais, do lucro auferido tiravam dez por cento para a casa do SENHOR, a fim de que Ele os abençoasse com abundância, protegendo-os de moléstias e pragas. Agora eu vos pergunto, meus filhos: qual é o lucro de um operário que trabalha de sol a sol e ao final do mês, recebendo um salário de fome, antes de pagar luz, água, aluguel e até o leite das crianças, tem que dar dez por cento a um velhaco engravatado que vive ilicitamente às custas de meu nome antigo, obsoleto (Jesus) e do nome de meu PAI? Os lobos com pele de ovelha têm o coração duro, não sentem pena em explorar os pobres coitados que saem de madrugada com a marmita e, após uma longa jornada de trabalho, voltam exaustos, sugados. A chantagem do dízimo é crime, consiste na violação da lei de DEUS e dos homens (estelionato – artigo 171 do Código Penal Brasileiro). O ilícito penal está caracterizado quando alguém se diz meu servo almejando chantagear o dízimo ou cobrar qualquer sacramento. Para tipificar o crime de estelionato, basta tão somente aliar Mateus c.10 v.8 (‘Dai de graça o que de graça recebestes’) ao artigo 171 do Código Penal Brasileiro, que reza o seguinte: ‘Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzido ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento. Pena: um a cinco anos de reclusão e multa’. Eu sou gratuito, voltei a este mundo para libertar os meus filhos desse jugo que lhes foi imposto à revelia da lei divina, motivo que leva esses impostores a se posicionarem fanática e obstinadamente contra mim”.

4) De quais recursos sobrevive sua igreja, a SOUST, já que não cobra dízimo?

INRI CRISTO: “A SOUST vive de doações espontâneas. O SENHOR é o provedor e inspira os seres humanos de coração puro a dar com a mão direita sem que a esquerda saiba quanto (Mateus c.6 v.3). Na SOUST, todos os sacramentos: batismos, casamentos, bênçãos… são realizados graciosamente, cumprindo-se o que eu disse quando me chamava Jesus: ‘Dai de graça o que de graça recebestes’ (Mateus c.10 v.8). Aqueles que quiserem e sentirem no coração vontade de contribuir em prol da causa divina, podem contribuir, mas jamais serão obrigados. Porque sou o Filho de DEUS e Ele não é nenhum mendigo, eu nunca pedi e não peço nada de ninguém. Devido à minha condição representativa, não possuo nem jamais possuirei bens materiais. A própria Polícia Federal já investigou todo o meu passado e constatou minha legitimidade, uma vez que não possuo bens materiais, não tenho conta bancária, enfim, vivo só para servir meu PAI, SENHOR e DEUS. Em verdade, em verdade vos digo: minha maior riqueza está justamente em não possuir nada. Se eu possuísse qualquer bem material, seria desprovido da autoridade, do poder espiritual e teocrático de que meu PAI me investiu. Os únicos pertences que posso definir como sendo meus são minha túnica, meu manto, minha sacola, minhas sandálias. Nada tenho contra os bens materiais. Ao contrário, rogo ao SENHOR que vos abençoe com prosperidade e abundância, até para que possais participar da provedoria da Casa dEle. Só eu não posso possuir nada em meu nome; se possuísse, lesaria a majestade espiritual de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim”.

5) Qual é o destino destes que usam o nome de DEUS ou seu nome antigo (Jesus) para extorquir dinheiro do povo?

INRI CRISTO: “Permanecerão fora do Reino de DEUS, uma vez que eu mesmo disse: ‘Ficarão fora do Reino de DEUS os idólatras, os cães, os feiticeiros… e todos os que amam e praticam a mentira’ (Apocalipse c.21 v.8 e c.22 v.15). Portanto, aqueles que mentem dizendo-se meus servos e servos de meu PAI no afã de extorquir o dinheiro dos incautos, não têm a possibilidade de adentrar o Reino de DEUS. Estes é que, ao chegar o dia do SENHOR, virão para me dizer: ‘Senhor, Senhor, não curamos nós em teu nome, e em teu nome expelimos os demônios, e em teu nome fizemos muitos milagres?’, ao que lhes responderei em alto e bom som: ‘Não vos conheço. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’ (Mateus c.7 v.21 a 23). O povo que deu o dízimo ao falso profeta, ou seja, que pagou à prestação a passagem para o inferno, se revoltará em ver que os ditos “pastores” não eram meus representantes. Perceberá que vigário é sinônimo de vigarista e que pastor é sinônimo de impostor, lobo com pele de ovelha (Mateus c.7 v.15). Então, este mesmo povo, inspirado e movido pela Divina Providência, decidirá o destino destes que ilicitamente usam o nome do SENHOR”.

6) Se o Senhor é Cristo, por que não está aliado a Roma ou a outra igreja de denominação cristã?

INRI CRISTO: “Pela mesma razão que água e óleo não se misturam. Na condição de Filho de DEUS, nem que eu quisesse poderia me aliar a Roma ou a qualquer outra igreja dita cristã. Enquanto eu vivo para religar graciosamente o ser humano a DEUS, eles são comerciantes da fé. Ademais, a única igreja que deixei, a romana, me traiu, vilipendiou meus ensinamentos. Deixou de ser minha igreja, nos primórdios conhecida como Seita dos Nazarenos (Atos c.24 v.5 e 6), para tornar-se igreja católica apostólica romana. Católica, que, outrossim, significa universal (na origem do grego), porque a pretensão do império romano era dominar toda a Terra; apostólica porque foi organizada no século IV pelos apóstolos do imperador Constantino, não pelos meus apóstolos; romana porque incorporou os costumes e ritos pagãos dos romanos. Já no segundo caso, é porque todas as igrejas ditas cristãs, com exceção da romana, carecem de legitimidade e origem histórica, posto que, vale lembrar uma vez mais, eu disse a Pedro no singular: ‘Pedro, tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja’ (Mateus c.16 v.18). As outras não vieram de mim, e sim da ambição dos falsos profetas, como eu bem enunciei que eles viriam em meu nome, ou seja, usando meu nome antigo, obsoleto (Jesus), conforme previsto em Mateus c.24 v.5 e 24”.

7) Por que o Senhor foi a Roma?

INRI CRISTO: “Em 24/09/1983, estive pessoalmente em Roma a fim de ratificar o rompimento com minha antiga igreja. O Supremo CRIADOR do Universo, meu PAI, determinou que me dirigisse pessoalmente ao Vaticano, ocasião em que, no interior da Basílica, Ele pronunciou esta irreversível sentença de extinção: ‘Seque, árvore enferma, seque! Seque, para que a boa árvore que eu plantei viceje e me dê, e aos meus filhos, os frutos que tu me negas!’. A boa árvore a que o SENHOR se refere é a SOUST, nova ordem mística universal. A cada dia, sem forças para reagir à devastadora justiça divina e ao inexorável látego do verdugo anjo divino chamado tempo, a árvore enferma exaure* vítima do pacto que perpetrou com os súditos de satanás”.

*Rompimento das relações privilegiadas entre Itália e igreja romana (Revista Veja, 08/08/1984), crescimento vertiginoso da dívida do Vaticano, abandono dos cargos sacerdotais (Jornal Folha de São Paulo, 29/01/1989), fraudes (Revista Veja, 20/11/1996), esvaziamento das igrejas, desmoralização do clero, assassinatos (Jornal O Globo, 15/06/1984), denúncias anuais de abusos sexuais (Revista IstoÉ nº 1360 e Manchete nº2152, etc.), casos de pedofilia e estupro praticados por sacerdotes, pagamento de indenizações milionárias às vítimas (Jornal Gazeta do Povo de Curitiba – 14/11/1993), etc.

(Veja no livro DESPERTADOR EXPLOSIVO os exemplos jornalísticos mais notórios).

8) O que os representantes do Vaticano pensam a seu respeito?

INRI CRISTO: “Para reconhecerem que sou o mesmo e estou de carne e osso na Terra, eles precisam admitir que estão errados e enganaram o povo católico durante séculos. Teriam que mudar de profissão, deixar de ser mercenários da fé, o que não lhes é muito conveniente. Não lhes resta outra opção de sobrevivência uma vez que foram treinados desde a infância no ofício da embustologia, falcatruologia, engodologia, disfarçadas de teologia. Poucos leram a Bíblia por inteiro e a maioria deles sequer crê que eu realmente existi há dois mil anos. Mas agora, quando me veem, ficam desesperados, pois minha presença representa o desmoronamento do império enfermo construído durante minha ausência. Muitos apostavam na passagem do tempo contra mim e se equivocaram. Eles não contavam que o tempo passa a meu favor, pois está previsto em Apocalipse c.1 v.14 que quando chegar o dia de glória do SENHOR meu cabelo estará branco como a neve. E como ninguém nasce de cabelo branco, nem há dois mil anos quando fui crucificado eu tinha cabelo branco, tenho que esperar pacientemente a passagem do tempo até que tudo se cumpra. Quanto mais meus cabelos embranquecem, mais próximo está o dia da justiça divina resplandecer”.

9) Por que na Revista IstoÉ (nº1437, 16/04/97) o Senhor afirmou que CNBB significa Conferência Nacional das Bestas do Brasil?

INRI CRISTO: “Não reconheço nenhum ‘bispo’, assim como não reconheço ‘cardeal’, ‘arcebispo’, ‘monsenhor’, ‘vigário’, ‘padre’, ‘papa’ etc. Todos estes títulos são falsos. Não passam de invencionice dos homens para enganar os homens. Eu deixei unicamente discípulos. Considero bestas os que se intitulam ‘bispos’ porque estão diretamente a serviço da besta maior, que está em Roma e se faz chamar ‘papa’. Aliás, ‘padre’ e ‘papa’ são títulos que contradizem flagrantemente o que ensinei quando me chamava Jesus: ‘A ninguém chameis pai sobre a terra, porque um só é vosso PAI, o que está nos céus’ (Mateus c.23 v.9). ‘Padre’, na tradução do italiano e do espanhol, significa pai, e ‘papa’, na deformação do grego e latim, outrossim, quer dizer pai. Na verdade, eles não são meus servos nem de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim. Ninguém pode, ao mesmo tempo, servir a DEUS e ao principado das trevas, amar a verdade e propagar a mentira, porque ‘ninguém serve a dois senhores’ (Mateus c.6 v.24)”.

10) Quem são a besta e a grande meretriz descritas no Apocalipse c.13 v.18 e c.17 v.4?

INRI CRISTO: “A besta do Apocalipse é aquele que ocupa o trono de Roma. Ele traz disfarçado na mitra (chapéu usado pelo Sumo Pontífice), onde está escrito VICARIVS FILII DEI, o número 666. Somando-se os valores de todas as letras que representam algarismos romanos obtém-se este número (V=5, I=1, C=100, A=0, R=0, I=1, V=5, S=0, F=0, I=1, L=50, I=1, I=1, D=500, E=0, I=1, ou seja, 500+100+50+5+5+1+1+1+1+1+1=666 / As letras A, R, S, F, E não têm representação em algarismos romanos. Consequentemente, são substituídas pelo número zero). (‘Quem tem inteligência, calcule o número da besta, porque é número de homem: este número é 666’ – Apocalipse c.13 v.18). Atualmente a besta se faz chamar Bento XVI. A grande meretriz do Apocalipse c.17 é a proscrita igreja romana, que vende os sacramentos da mesma forma que a prostituta vende o seu corpo. Aos olhos do SENHOR, os sacramentos são sempre o corpo de cada templo. Passam a equivaler aos favores da prostituta quando se lhes estipula um preço. Além disso, a igreja romana, com seus maus exemplos de fraude, corrupção e iniquidade, induziu meus filhos no caminho do erro e da mentira, ensinou o ser humano a virar as costas para DEUS na constante prática da idolatria (“A mulher estava vestida de púrpura, de escarlate, adornada de ouro… cheia de abominação e da imundície da sua prostituição… mãe das impudicícias e das abominações da Terra” – Apocalipse c.17 v.4)”.

11) Como o Senhor vê a questão da pedofilia dentro da igreja romana?

INRI CRISTO: “O afloramento da questão da pedofilia e os demais crimes cometidos pela proscrita igreja meretriz romana estão relacionados ao desprezo de DEUS aos traidores da causa divina. Há dois mil anos eu disse: ‘Pedro, tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela’ (Mateus c.16 v.18). Desde que as portas do inferno começaram a prevalecer por haverem vilipendiado os ensinamentos que deixei (venda de sacramentos e indulgências, uso de títulos falsos, conchavos políticos em troca de benefícios, chantagem ilícita do dízimo, prática da idolatria e da mentira, assassínios nas fogueiras da Inquisição, castração de meninos, etc…), por ordem do ALTÍSSIMO pratiquei o Ato Libertário que culminou com o fim do primado de Pedro e o nascimento da nova ordem católica, SOUST. Meu PAI amaldiçoou a igreja romana e posteriormente ordenou que eu fosse a Roma ratificar a sentença de proscrição. Por força da maldição de DEUS, agora a realidade está vindo ao conhecimento público. As portas do grande prostíbulo estão escancaradas, a meretriz do Apocalipse c.17 está sem disfarce. É um império enfermo em ruínas, em lento processo de decomposição. Nada tenho contra o povo católico, porque é o povo de DEUS, é o meu povo. Todavia, submetido desde a infância à catequese do embuste, continua enganado na fé”.

12) Até o século XIX a igreja romana mandava castrar meninos para cantar no coro da Capela Sistina. Como fica isto aos olhos de DEUS?

INRI CRISTO: “Até o início do século XX, cantavam nos coros da Capela Sistina rapazes cirurgicamente castrados na idade de 8 anos a fim de conservar a peculiar voz infantil que tanto agradava aos ouvidos das bestas abatinadas. Alguns especialistas estimam que, dos milhares de meninos que eram anualmente castrados nos séculos XVI e XVII na Itália, mais de 60% morriam em consequência da operação, realizada com instrumentos muito primitivos. Quando sobreviviam, muitos ficavam surdos, cegos ou paralisados; as feridas ensanguentadas não eram desinfetadas, mas sim queimadas ou tratadas com cinzas. Não estou expondo minha opinião, e sim fatos históricos. Obviamente isto se constitui numa aberração aos olhos de DEUS, pois, por ser o SENHOR da perfeição, Ele jamais ordenaria tal espécie de mutilação. Isso não passa de invenção dos homens que usam o nome de DEUS a fim de satisfazer seus instintos bestiais”.

(Fonte: Jornal da Tarde 09/01/1991, arquivado na SOUST).

13) Qual a sua opinião sobre o Quevedo?

INRI CRISTO: “O espanhol Oscar Gonçalez Quevedo é um falastrão, um vigarista treinado pelos jesuítas na arte da retórica para mentir e trapacear com razoável persuasão, desviando da verdade seus ouvintes. Ministra cursos de parapsicologia de validade científica questionável, nos quais dá espetáculos de hipnotismo velado, que ele próprio, contraditoriamente, confessa ser proibido por lei. Em plena demonstração de arrogância, humilha o povo brasileiro rotulando-o como o mais ignorante do mundo. Tive a ocasião de desmascará-lo, em 1978, na Faculdade de Filosofia de La Paz, quando ele mentia descaradamente aos jovens expectadores. Dizia ser impossível o desdobramento da alma; negava a reencarnação, alegando que a morte é o fim da existência, entre outras insanidades. Foi então que chamei a atenção dos bolivianos exortando-os a não deixarem um estrangeiro, mesmo sob a máscara de religioso, vir lhes proferir tão aberrantes inverdades. Ao invés de propagar a paz (já que se intitula meu servo), Quevedo exorta o povo à violência contra mim, comportando-se à semelhança dos que me crucificaram. Ele delira ao dizer que se eu me deixasse assassinar e ressuscitasse ao terceiro dia, então seria Cristo. Nem há dois mil anos nem agora preciso provar nada a ninguém. Os seres humanos é que precisam provar sua dignidade perante o ALTÍSSIMO. Como certa vez bem me disse um coerente advogado, aos amigos não é preciso provar nada, porque estes sabem reconhecer quando estão diante da verdade. Porém aos inimigos, mesmo que lhes sejam dadas todas as provas, sempre encontrarão algo a refutar, como é o caso do Quevedo. Não é difícil desmascará-lo, pois até o título que ele ostenta é falso. Padre, na tradução do italiano e espanhol, significa pai, contrariando o que eu disse quando me chamava Jesus: ‘A ninguém chameis PAI sobre a terra, porque um só é o vosso PAI, o que está nos céus’ (Mateus c.23 v.9). Até nisto é fingido, falso e mentiroso. Ele se vale desse título falso para seduzir o público católico. Não é preciso dizer muito de alguém que, em plena televisão, num gesto hilariante, ajoelhou-se diante de um homem que se apresentou como representante do demônio. Se ele deveras fosse meu servo jamais faria isto; saberia que um homem jamais deve se ajoelhar espontaneamente diante de outro homem (Atos c.10 v.25 e 26). No programa Fantástico da Rede Globo, Quevedo pediu-lhe ajoelhado que findasse com sua vida e obteve a resposta: ‘O teu está guardado’. Argumentou, então, que sofria do coração e se algo lhe acontecesse seria devido à saúde. Posteriormente a emissora tirou-o do ar e mais tarde, numa matéria jornalística, ele reclamou haver sido expelido. Se deveras Quevedo fosse um sacerdote, uma pessoa dedicada a DEUS, não se proporia a fazer esta espécie de contrato com uma emissora de TV, na bizarra, cômica condição de ‘caçador de enigmas’ (imitação barata do Mister M), pois o que eu disse vale para sempre: ‘Ninguém serve a dois senhores’ (Mateus c.6 v.24). Ou ele se dedicaria a servir unicamente a DEUS, ou se declararia artista definitivamente”.

Obs.) Na ocasião, a Secretária de Relações Públicas do MÉPIC, Alíbera França, entrou em contato com a produção do programa Fantástico, propondo o encontro entre INRI CRISTO e Quevedo. Obviamente, por recordar o vexame que passou na Faculdade de Filosofia de La Paz, ele não ousou aceitar o desafio.

14) O que o Senhor pensa sobre Marcelo Rossi?

INRI CRISTO: “Como cantor, Marcelo Rossi merece a bênção do ALTÍSSIMO, meu PAI. Desde que ele ressuscitou a música O Homem, de Erasmo e Roberto Carlos, ele passou a ser bem visto a meus olhos. Prestai atenção na letra desta música e vereis que foi composta com a inspiração divina, pois fala sobre minha reencarnação, sobre minha volta. Mas, ao contrário do que preconizavam os falsos religiosos, não voltei voando do céu igual a uma ave, com umas luzes piscando, e sim através da eterna e divina lei da reencarnação. Até o ano dois mil a voz do povo dizia que a mil chegou e de dois mil não haveria de passar sem que Cristo voltasse à Terra. O ano dois mil chegou, passou e, desanimando o delírio dos energúmenos, nenhum Cristo voltou voando do céu. Gostem ou não, creiam ou não, terão que aceitar e assimilar a ideia de que eu sou Cristo. Ninguém é obrigado a crer, mas eu sou o mesmo ontem, hoje e sempre”.

(Eis um dos principais trechos da música O Homem: “…Fez a luz brilhar na escuridão e o sol nascer em cada coração que compreendeu que além da vida que se tem existe uma outra vida além e assim, no renascer, morrer não é o fim… Eu sei que ele um dia vai voltar e nos mesmos campos procurar o que plantou. E colher o que de bom nasceu, chorar pela semente que morreu sem florescer. Mas ainda há tempo de plantar, fazer dentro de si a flor do bem crescer para lhe entregar quando ele aqui chegar…”).

15) O que INRI CRISTO pensa sobre a doença do papa João Paulo II? Seria ele o causador dessa enfermidade? (Questão anterior ao falecimento de João Paulo II)

INRI CRISTO: ” Ele sabe que estou de carne e osso na Terra e, embora veladamente, já admitiu, como bem noticiou a revista Manchete edição 2493, de 29/01/2000. Por conta disso, desde então passaram a duvidar de sua sanidade mental. Karol Josef Wojtyla, ou João Paulo II, está no ápice de sua carreira, nunca esteve tão autêntico na representação de sua real condição. Hoje ele me inspira piedade. Além de estar irremediável e irreversivelmente enfermo, encontra-se rodeado de inimigos por todos os lados, que ambicionam ocupar sua cadeira, seu cargo. Ele herdou um império enfermo. Seu atual estado de saúde retrata fielmente a verdadeira face da proscrita igreja romana (meretriz do Apocalipse c.17). Assim como ela está enferma, exaurindo a cada dia, ele está enfermo. Assim como ela agoniza, ele agoniza. Embora continue a enganar o meu povo exibindo-lhe um bonequinho pregado na cruz, ainda assim rogo a meu PAI, SENHOR e DEUS que abrevie seu sofrimento, porque é meu filho. O que ele está sofrendo agora está previsto numa passagem do 3º segredo de Fátima: ‘terá chegado o fim dos papas e os últimos deles gemerão sob dores corpóreas (…) Mas não encontrarão saída. Seu trono cairá’ (Fonte: Revista Planeta, Agosto de 1974)”.

16) Qual a sua opinião sobre o novo papa, Bento XVI? (Pergunta dos editores do Mundo Símio)

INRI CRISTO: “Na condição de judeu circuncidado, a princípio não teria nada a declarar sobre um ex-soldado nazista que se apresenta ao mundo como sucessor de Pedro. Não obstante, homenageando o bom humor dos meus filhos integrantes da família simiesca, só me resta ironizar. Deduzo que o Sumo Pontífice da proscrita igreja romana (meretriz do Apocalipse c.17), ao incorporar o transmigrado João Paulo II, em arroubos de nostalgia dos tempos em que servia o regime nazista, dirá aos fiéis: ‘Em nome do Pai, do Führer e do Espírito Santo’. E é óbvio que me sinto até honrado em ser excluído, pois aos olhos de meu PAI e a meus olhos até o título que ele ostenta é falso. Como pode ele, dizendo-se meu representante, ‘representante de Cristo’, admitir que o chamem de papa (cujo significado oriundo do grego e latim quer dizer pai) se eu disse há dois mil anos: ‘A ninguém chameis pai sobre a terra, porque um só é vosso PAI, o que está nos céus’ (Mateus c.23 v.9)?”

Joseph Ratzinger nos tempos em que servia ao exército nazista. Segundo reportou no Brasil a Revista Flash, número 94, ele disse: “Jamais disparei um tiro movido pelo ódio”. De todo modo, disparou. Será possível alguém atirar contra seu semelhante sem ódio? Os olhos do soldado respondem a essa pergunta.
No momento da primeira aparição em público, inspirado pelos espíritos das trevas, Bento XVI manteve-se internamente vestido de negro, conforme os punhos denunciam, lembrando que ele é o herdeiro chefe do Tribunal da Inquisição (atual Congregação para a Doutrina da Fé). Demonstrou, outrossim, o quanto é indigno de vestir-se de branco (Apocalipse c.3 v.5). Bento XVI está cumprindo bem o seu papel como representante de uma instituição arcaica e moribunda, proscrita pelo ALTÍSSIMO em 28/02/1982.

17) O Senhor considera legítima a autoridade do Sumo Pontífice de Roma para perdoar pecados?

INRI CRISTO: “Olhai as penitenciárias e vede se estão vazias. Se estiverem vazias, é sinal que ele tem poder e autoridade para perdoar pecados. Mas como as penitenciárias continuam superlotadas, mormente as do Brasil, é sinal evidente de que essa autoridade não produz efeito, não tem qualquer validade eclesiástica. Logo, se ele não tem autoridade nem para perdoar os pecados terrenos, quanto mais os que se cometem contra DEUS? Essa história de que, por ocasião da mudança do sumo pontífice da igreja romana, os cristãos que forem à missa se confessar terão perdoados os seus pecados, é mais uma invencionice, mais uma chantagem, mais uma mentira pregada pelos falsos religiosos no intuito de apertar o cabresto das ovelhas desgarradas. Se os prelados de Roma deveras fossem meus servos e servos de meu PAI, poriam em prática o que ensinei antes de ser crucificado: ‘Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora a teu PAI em segredo. E Ele, vendo o que se passa em segredo, te abençoa’ (Mateus c.6 v.6). Eu não mandei ninguém ir à missa, que se constitui em mais mecanismo de chantagem emocional. E em verdade vos digo: qualquer homem pecador que perdoar os pecados de outrem sem haver recebido autoridade de DEUS, meu PAI, estará assumindo a dívida carmática do penitente. A confissão foi estabelecida oficialmente em 1215 pelo 12º Concílio de Latrão com o objetivo de descobrir os segredos dos fiéis e exercer poder no afã de subtrair lucros e favores políticos e sociais”.

18) Uma vez que os ditos “religiosos” contemporâneos, aos quais o Senhor qualifica vendilhões de falsos sacramentos, chantagistas de dízimo, plantaram na cabeça da população que o Senhor não passa de um louco, como ter certeza de que deveras o Senhor não é louco e sim Cristo?

INRI CRISTO: “Em primeiro lugar, é fundamental salientar que esses vendilhões de falsos sacramentos e chantagistas de dízimo usam e abusam do provérbio francês: ‘Calunie, calunie, calunie que algo sempre vingará’, no afã de alienar e manter encabrestadas as cabeças dos desprevenidos e desavisados. Em verdade vos digo: a loucura e a sabedoria caminham tão paralelamente, cuja linha divisória é tão tênue, tão ínfima, que existe um grande perigo de confundi-las. O ato praticado no interior da catedral de Belém do Pará, em obediência a meu PAI, consiste na manifestação da sabedoria divina. Todavia, na ótica dos ignorantes e dos esquizofrênicos, órfãos da espiritualidade, pode parecer loucura. Os estudiosos da mente humana sabem que os considerados “loucos”, no devaneio da incoerência, se perdem em incongruentes palavras. O discurso do louco apresenta fissuras, falhas ou, se preferirem, como diz a voz do povo, louco ‘não fala coisa com coisa’. Um louco jamais confessaria que é louco, e eu vos digo em verdade: sou louco sim, de amor pela humanidade. Ao contrário não me exporia a toda sorte de vicissitudes impostas pelos inimigos que de vez em quando ousam interceptar meu caminho, enquanto ainda bebo de gole em gole a última porção do cálice amargo da reprovação (‘Mas primeiro convém que ele – Cristo – sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem’ – Lucas c.17 v.25 a 35). Quanto a ter certeza se sou Cristo ou não, unicamente meu PAI pode vos conceder esta graça, inspirar-vos com o dom do discernimento. Na véspera da revolução em Belém do Pará, Ele disse que, a partir daquela data, os seres pensantes, inteligentes, teriam a oportunidade de ver que sou o Filho dEle, o mesmo de dois mil anos atrás. Até o dia 28/02/1982, disse o SENHOR DEUS, meu PAI, que qualquer ser humano poderia enquadrar-me socialmente num elenco de três possibilidades: ou eu era louco por publicamente dizer-me Cristo; ou um falso profeta enganador; ou deveras era o mesmo Cristo que crucificaram. Logo após a revolução, para os seres pensantes, a pecha pejorativa de falso profeta desvaneceu-se de imediato. Se eu fosse um falso profeta, não teria autoridade para praticar o iconoclasta Ato Libertário, porque todos os charlatões, vigaristas, embusteiros, falsos profetas têm medo de prisão. Jamais um impostor, chantagista de dízimo entraria numa catedral, subiria no altar expondo-se à violência como eu me expus, sujeitando-se à prisão e a ter que se justificar perante o Poder Judiciário (*1). Eu subi no altar por ordem de meu PAI, pois Ele me mostrara que durante dois mil anos a humanidade diz que Cristo está no altar. Lá, até então, só havia um boneco pregado na cruz. E pela primeira vez deveras eu assumi o altar de carne e osso. Ao quebrar o boneco cego, surdo e mudo, fabricado pelas perecíveis mãos humanas, sobraram então, para quem raciocina honestamente, duas possibilidades: louco ou Cristo. Na sequência, as próprias autoridades constituídas fizeram à humanidade o favor de eliminar a primeira alternativa. Como já disse e vale lembrar uma vez mais, o juiz Dr. Jaime dos Santos Rocha decretou minha prisão preventiva e nomeou uma junta psiquiátrica presidida pelo Dr. Nerival Barros com a missão de definir minha condição psíquica. Este, após longos interrogatórios, já no primeiro encontro declarou à imprensa que, ‘conforme perspectivas otimistas, só no dia do Juízo Final poderiam concluir um laudo’. Argumentou que não podiam avaliar minha condição porque, no parecer deles, meu cérebro atua além dos limites humanos de compreensão, numa esfera mental transcendental, considerada atípica (*2). Disse ainda haver aconselhado o então ‘arcebesta’ (arcebispo) Gaudêncio Ramos que, ao invés de pressionar o Poder Judiciário no intuito de manter-me no cárcere, solicitasse minha liberação, pondo fim à romaria de pessoas que acorriam diariamente à carceragem em busca de bênçãos. Portanto, tendo em vista a conclusão das autoridades psiquiátricas e o simbolismo do Ato Libertário que pratiquei, para quem raciocina, só restou a terceira alternativa: eu sou o mesmo Cristo que crucificaram (*3). Agora deixo uma advertência bem clara aos estudiosos da mente humana que porventura venham a me julgar a priori e qualificar-me ao bel-prazer: o bom investigador da alma humana, honesto cientista, jamais julga alguém sem antes haver estabelecido um colóquio verbal, de lábios a ouvidos. Produzir prognósticos na área da psiquiatria e psicologia sem contato pessoal é considerado, nos meios científicos, charlatanismo. Na condição de juiz ungido pelo meu PAI, SENHOR e DEUS, eu vos digo em verdade: aquele que assim procede, violando as normas internacionais fundamentais da psiquiatria, passa a ostentar a carapuça de charlatão perante a comunidade científica, bem como perante toda a humanidade”.

INRI CRISTO permaneceu durante quinze dias na cela nº 14 do presídio “São José”, onde abençoava os que vinham em busca de solução aos seus problemas.

(*1: Há dois mil anos, alertando os discípulos sobre como identificar os falsos profetas, INRI CRISTO disse-lhes: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós com vestes de ovelhas, mas por dentro são lobos rapaces. Pelos seus frutos os conhecereis… Não pode uma árvore boa dar maus frutos, nem uma árvore má dar bons frutos. Vós os reconhecereis pelos seus frutos” (Mateus c.7 v.15 a 20). A maior diferença entre INRI CRISTO e os falsos profetas está justamente nas obras. Enquanto estes estão sempre preocupados em arranjar mais uma maneira de extorquir os parcos recursos do povo e impor-lhe o cabresto do fanatismo, na ilícita prática da venda de falsos sacramentos e chantagem do dízimo (vilipendiando o que INRI CRISTO disse antes de ser crucificado: ‘Dai de graça o que de graça recebestes’ – Mateus c.10 v.8), INRI CRISTO voltou para libertar o povo cristão dos dogmas (cadeados do raciocínio), além de continuar religando graciosamente o ser humano a DEUS. E a mais notória obra que perpetrou foi justamente haver quebrado a estátua que enganosamente os falsos religiosos dizem ser o Filho de DEUS, simbolicamente libertando seu povo da escravidão idolátrica. Para surpresa e desencanto de todos que se posicionaram contra o Reino de DEUS, no dia 15/03/1982 as portas da prisão se abriram e INRI CRISTO saiu de lá sem depender de advogados. O Juiz Dr. Jaime dos Santos Rocha acrescentou: “Eu não te crucifiquei como Pilatos”).

(*2: Ver matéria no jornal O Liberal, de Belém do Pará, dia 01/03/1982, arquivado na SOUST. Na ocasião em que 17 advogados se ofereceram para defender INRI CRISTO, o jornal A Província do Pará, de 02/03/1982, registrou quando o Filho de DEUS rechaçou-os: …Mas só tem um problema: INRI se recusou a assinar qualquer procuração, alegando que “eu, o Filho do PAI, não tenho necessidade de advogado”).

(*3: Por coincidência, curiosamente justo no ano 2000, que marca o cumprimento do vaticínio “a mil chegou, de dois mil não passará sem que Cristo volte à Terra”, no reconhecimento público da identidade do Filho do Homem, o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Paraná expediu o venerando acórdão determinando que seu nome, INRI CRISTO, conste em todos os seus documentos (passaporte, identidade, etc.). INRI, por ser o nome que pagou com seu sangue na cruz; e CRISTO, que quer dizer “o ungido”, no singular, revelando sua condição).

19) Os Evangelhos registram que o Senhor fez referência ao título zoológico “lobo com pele de ovelha”. O Senhor poderia definir melhor qual o significado de suas palavras? Quem são os lobos com pele de ovelha?

INRI CRISTO: “São regrilhosos que se apresentam em meu nome antigo, obsoleto (Jesus), em nome de Cristo, fingindo-se bonzinhos, mansinhos, sempre falando macio. Pronunciam longos discursos enfadonhos, perdem-se numa extensa retórica debruçados sobre o Evangelho prometendo a salvação dos incautos, intercalando: ‘Aleluia, sangue de Jesus tem poder’ entre seus pronunciamentos. Aparecem sempre engravatadinhos, enfeitadinhos, de narizinhos empinados, e assim conseguem monitorar as massas, arrastando-as para um curral, seja um curral eleitoral, seja um curral do comércio da fé. Eles constroem templos gigantescos de dar inveja aos faraós, adquirem cadeias de televisão e rádio, mas sempre no final seus discursos têm o único objetivo de apertar, acochar cada vez mais o cabresto na cabeça das ovelhas enganadas, no afã de sugar as parcas economias do povo. E as ovelhas monitoradas, dominadas, manipuladas, trabalham em função de seus desonestos intentos; além de dar-lhes dez por cento de seus miseráveis salários e participar dos desafios que mais se assemelham a uma loteria da fé (‘quem dá mais para Jesus, quem dá mil, quem dá cinco mil’ etc.), entregam a esses lobos rapaces o bem mais precioso, a dádiva mais sagrada que DEUS reservou ao ser humano: a liberdade de consciência, que se reflete na faculdade de raciocinar livre de preconceitos e imposições dogmáticas, de discernir entre a realidade e a fantasia, e, principalmente, que permite ao ser humano encontrar o DEUS que fez os homens sem intermediário, sem ter que rastejar atrás das regrilhões mascaradas de religiões, dos falsos profetas e de malditas estátuas construídas pelas perecíveis mãos dos homens. Esses impostores que se autonomearam pastores sem a unção divina só conseguem realizar este maligno intento justamente porque estão revestidos em pele de ovelhas; fingem-se ovelhas quando na verdade são lobos rapaces. São esses mesmos que não entram no reino de DEUS e impedem que entrem os que estão para entrar (Mateus c.23 v.13)”.

20) Por que o Senhor utiliza os termos “regrilhões” e “regrilhosos”?

INRI CRISTO: “O termo religião, proveniente do latim religaire, significa religar, ou seja, religar o ser humano a DEUS, e religioso é aquele que cumpre essa sagrada missão de restabelecer o vínculo entre DEUS e os homens tão somente quando os homens estão desligados de DEUS; quem não se atreveu a desligar-se de DEUS não necessita de religião. Todavia, esses que nos tempos atuais se dizem religiosos na verdade são regrilhosos, porque, ao invés de religar o homem a DEUS, são eles que impõem aos seres humanos os grilhões escravizantes dos dogmas, das superstições, das fantasias, dos falsos conceitos de ética, dos pseudomoralismos hipócritas, que desnorteiam e alienam as consciências, afastando-as da realidade da vida e da lei divina. São as regrilhões do lucro, do dinheiro, da ostentação, da luxúria, das intrigas, das negociatas ‘em nome de DEUS’, que conduzem os incautos ao caminho da perdição, onde haverá pranto e ranger de dentes”.

21) Como é seu relacionamento com as demais religiões?

INRI CRISTO: “Inexiste. Eu não tenho relações com as demais ‘religiões’, pois estou aqui na Terra pelos descontentes. Mesmo os líderes religiosos que usam meu nome antigo, obsoleto (Jesus) eu os olho com amor, porque, na luz de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim, continuo amando todas as criaturas que se movem sobre a terra. Na verdade eles me prestam um grande serviço, pois estão me poupando que uma legião de fanáticos venha me seguir. Graças ao proselitismo, à manipulação, ao monitoramento que exercem ao impor um cabresto nas ovelhas enganadas, eu posso me reunir com os descontentes e cumprir a missão que meu PAI me confiou, que é ensinar-lhes a lei divina, pois é só pelos descontentes que estou aqui na Terra. Então eu me reúno aos descontentes e preparo o dia do SENHOR, que ainda não chegou. E os mercenários da fé obviamente propiciam o cumprimento do que eu mesmo profetizei quando me chamava Jesus em relação ao meu retorno (‘Mas primeiro é necessário que o Filho do Homem sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem’ – Lucas c.17 v.25 a 35)”.

22) O que o Senhor pensa sobre os que se dizem Testemunhas de Jeová?

INRI CRISTO: “Em primeiro lugar, DEUS, meu PAI, não precisa de testemunha. Ele é o único Ser incriado, único eterno, único Ser digno de adoração e veneração, único SENHOR do Universo. Causa e princípio de tudo. Se Ele precisasse de testemunha não seria perfeito e, portanto, não seria DEUS. Na verdade, os que se dizem testemunhas de Jeová existem tão somente desde 1870 e se servem do seguinte texto bíblico: ‘Eu sou o SENHOR, este é o meu nome, não darei a outro a minha glória nem consentirei que se tribute aos ídolos o louvor que só a mim pertence’ (Isaías c.42 v.8), que eles mesmos alteraram conforme seu interesse para: ‘Eu sou Jeová, este é o meu nome…’, na bíblia por eles fabricada e comercializada. Para quem desconhece, Javé, ou Jeová, significa Senhor dos Exércitos, e era assim chamado pelo povo de Israel na época em que os hebreus lutavam incessantemente pela conquista da Terra Prometida. Não obstante, eu vos digo: meu PAI, meu SENHOR e meu DEUS é não só o SENHOR dos exércitos como também é o SENHOR da vida e de todas as coisas. Mesmo que todos os exércitos fossem exterminados, mesmo que já não houvesse qualquer ser humano na face da Terra, Ele continuaria sendo o único SENHOR do Universo. Só o SENHOR é importante. O SENHOR é um só”.

(Eis a origem das Testemunhas de Jeová – texto extraído da internet, escrito por Gilberto Stefano: “Esta seita foi formada por um homem que sentia verdadeiro ódio pelas comunidades cristãs. Seu nome era Charles Taze Russel, nascido na Pensivania em 1852. De origem presbiteriana, passou pela igreja Congregacional e se tornou membro da nova seita, a dos adventistas do sétimo dia. Durante muito tempo foi um verdadeiro fã do adventismo. Tomando o seu próprio caminho, começou a fazer estudos bíblicos semanais com um grupo composto inclusive de pessoas de outras igrejas evangélicas. Não demorou muito, lançou sua própria profecia, em nítida semelhança ao fundador do adventismo: ‘A segunda vinda de Cristo se daria em 1914’. Logo começou a discordar de muitos pontos doutrinários dos adventistas e, em 1872, reunindo alguns simpatizantes de suas ideias, começou a organizar o movimento que hoje é conhecido como “Testemunhas de Jeová”. Antes desse nome houve muitos outros. Somente entre os anos de 1817 a 1826, mudaram suas doutrinas nada menos que 148 vezes…”).

23) O que o Senhor pensa sobre Buda? Ele era um iluminado, um avatar?

INRI CRISTO: “Sidarta Gautama, mais conhecido como Buda, abdicou o palácio da aristocracia em busca da sabedoria e encontrou-a em parte. O que conseguiu aprender transmitiu a seus seguidores, até hoje chamados budistas. Quanto a ser iluminado, existe uma larga, acentuada distância. O primeiro passo para atingir a iluminação é a compreensão da natureza, da ecologia, e um ser iluminado jamais se nutre do cadáver de qualquer animalzinho, seja ele de vaca, de galinha, de porco ou de qualquer outro que habita sobre a Terra, animado pelo sopro divino. Segundo consta na história e até registrou a revista Superinteressante (edição 174), Buda feneceu vítima de uma diarreia por haver se nutrido de cadáver de porco, demonstrando seu grau de iluminação. Não obstante, ele foi uma boníssima pessoa, bem intencionado, todavia não foi um iluminado como dizem, pois um ser iluminado ama todas as criaturas que se movem sobre a Terra e jamais sobrevive da morte dos seres vivos. Isso não significa que todo vegetariano seja iluminado e sim que o caminho da iluminação requer a abstenção de se alimentar dos irmãozinhos menores integrantes da ecologia”.

24) A verdade é monopólio de alguma religião em particular?

INRI CRISTO: “Nenhuma religião é detentora da verdade, a verdade não é monopólio de nenhuma religião. A verdade é meu PAI, meu SENHOR e meu DEUS. E a verdade foi, é e sempre será uma só. Eu já disse há dois mil anos: ‘Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem a meu PAI senão por mim’ (João c.14 v.6). Eu sou o expositor, o emissário da verdade, porque a verdade e meu PAI são uma só coisa. A verdade, a paz, a liberdade são uma só coisa, cuja junção se traduz na expressão mais veemente do Supremo Criador do Universo, DEUS, meu PAI.”

25) Vi no Youtube o Quevedo referindo-se ao seu nome como INRI CHRISTUS, em latim, e não INRI CRISTO. O Senhor pode explicar isso?

INRI CRISTO: “Na cabeça dele, meu nome teria que ser INRI CHRISTUS, em latim, e não INRI CRISTO, já que INRI é oriundo do latim e CRISTO está escrito em português, segundo ele diz (nem parece que o Quevedo é oriundo da Espanha, pois também se diz CRISTO em espanhol e italiano). Se eu tivesse por minha conta adotado um nome novo, aí então até poderia fazer o que ele disse, deixar tudo em latim, INRI CHRISTUS. Todavia, não procurei um nome por minha conta; quando eu jejuava em Santiago do Chile, meu PAI, SENHOR e DEUS revelou que meu novo nome é INRI, o nome que paguei com meu sangue na cruz (“Ao que vencer… escreverei sobre ele o nome de meu DEUS… e também o meu novo nome” – Apocalipse c.3 v.12), o nome que Pilatos escreveu acima de minha cabeça quando eu agonizava na cruz, quando cuspiam no meu rosto, quando me humilhavam, quando se cumpriam as Escrituras (“O que escrevi, escrevi” – João c.19 v.22), e CRISTO quer dizer “o ungido”, “aquele que foi ungido pelo SENHOR”, no singular, não é um nome e sim minha condição, pois meu PAI me ungiu quando eu jejuava em 1979, e o significado da palavra é o mesmo independentemente da língua em que se escreve. Na ótica do Quevedo, como acadêmico e estudioso de línguas, e por ignorar esse aspecto místico teológico, CRISTO tinha que ser escrito obrigatoriamente em latim, da mesma forma que INRI; ele pensou que me equivoquei, mas eu não obedeço aos homens e sim unicamente ao meu PAI. E meu PAI disse que eu tinha que assumir o nome que paguei com meu sangue na cruz, seguido do título cujo significado denota a minha condição”.

26) O que pensa sobre a Ordem Maçônica e a Ordem Demolay? Demolays e Maçons poderiam ser adeptos a sua filosofia ou doutrina? Existe comunhão?

INRI CRISTO: “Tenho vários amigos maçons, já fui convidado a palestrar na Grande Loja do Paraná, onde me receberam com honra e respeito. Quanto à Maçonaria e a Ordem Demolay, eu vos digo da parte de meu PAI que a verdade é uma só, não importa onde ela esteja. A questão fundamental é manter a alma em sintonia com o Cosmos, a fim de receberdes, junto com a inspiração divina, o dom de discernir entre as ideias falsas e a verdade, e assim obter o verdadeiro conhecimento. Nisso consiste a arte da iniciação. É uma busca pessoal. A Maçonaria, enquanto meio de preservar um vínculo de fraternidade universal entre seus membros sob os princípios da justiça e liberdade de pensamento, é bem vista aos olhos de DEUS, assim como tudo que promova a prática do bem e da virtude, sem interesses secundários. Mas é claro que, sendo a Maçonaria uma instituição constituída de homens, não se pode considerá-la a suprema e absoluta depositária da verdade, uma vez que está sujeita às inevitáveis falhas humanas. Quanto a ser adepto à minha filosofia, é uma questão do foro íntimo de cada ser humano, por isso independe de outras possíveis crenças ou filosofias às quais alguém já esteja vinculado. E a única comunhão que ensino meus filhos a cultivar é com o Supremo CRIADOR do Universo, DEUS”.

27) No seu trono, logo acima de sua cabeça, há um triângulo com um olho dentro, o qual é considerado um símbolo maçônico ou Illuminati. Por que você o usa?

INRI CRISTO: “Porque obedeço ao SENHOR. O triângulo contendo o olho em seu interior simboliza a Santíssima Trindade e a onipresença de DEUS, que a tudo e todos contempla. Mesmo quando alguém comete um crime  pensando estar sozinho, isento de testemunhas, DEUS está vendo através de seus olhos e então é acusado pelo tribunal da consciência. No Reino de DEUS, cada símbolo tem um significado, um propósito espiritual. O trono ao qual te referes foi legitimado no dia 28/02/1982, quando pratiquei o Ato Libertário no interior da catedral de Belém do Pará. Por ordem de meu PAI, subi no altar e quebrei a estátua da cruz, a fim de mostrar ao meu povo que não sou um Cristo morto e sim estou vivo, de carne e osso na Terra. O sacerdote, atônito, na tentativa de derrubar-me, arremessou uma cadeira, todavia segurei-a, transformando-a em trono. Aos olhos humanos foi uma loucura o que fiz, mas o que parece loucura aos olhos dos homens é sabedoria aos olhos de DEUS. O altar, tido há tantos séculos como local de sacrifícios, tornou-se o palco da divina revolução que vim perpetrar aqui na Terra. Os anos se passaram até que o SENHOR inspirou uma pessoa do povo a confeccionar um trono talhado em madeira, o mesmo que posteriormente foi tingido de branco e está hoje na sede da SOUST em Brasília. E cada símbolo que o integra foi designado pelo SENHOR. A linguagem dos símbolos é universal e atemporal, ou seja, transcende tempo e espaço. Portanto, o fato de uma instituição usar a simbologia para expressar uma ideia não significa que lhe tenha exclusividade”.

 

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