“Sensei que nada sei” questiona INRI CRISTO

Entrevista ao blog “Sensei que nada sei”, publicada em 24/02/2012.

Ele já foi do Programa do Jô ao Super Pop, e já passou sua mensagem de uma forma bem humorada no Pânico na Tv, além de colecionar outras aparições na mídia brasileira. Ele já deu palestras pelo Brasil e outros países sobre sua Revelação! Ele diz ser o Filho do PAI! Ele é o mais novo entrevistado do Blog Sensei Que Nada Sei… Ele é o INRI CRISTO!

>>SQNS: Sr. INRI, o senhor diz que é a reencarnação de Jesus de Nazaré, assim como o foi de Adão, Moisés, Noé, e outros. Entretanto, todos esses outros se comportaram como pessoas independentes de sua real identidade. O senhor abandonou a existência do “Sr. Álvaro”? Ele ainda existe?

>>INRI: “Álvaro, meu filho, é o nome que me foi dado por ocasião de meu registro, mas só usei-o formalmente até chegar o dia do jejum em Santiago do Chile. Há dois mil anos, até o jejum usei o nome de Emanuel, conforme profetizara Isaías (c.7 v.14 e 15): “Uma virgem conceberá e dará à luz um filho e seu nome será Emanuel. Ele comerá manteiga e mel até que aprenda a rejeitar o mal e escolher o bem”. Com o nome de Emanuel vivi em ambientes profanos, aqueles lugares que a Bíblia não diz onde eu estava. E eu vos digo em verdade, meus filhos, que nesse período eu estava me enlameado nos pecados do mundo, motivo pelo qual posteriormente insisti ser batizado por João Batista (“Sou eu que devo ser batizado por ti, e tu vens a mim?” – Mateus c.3 v.13 a 16). Só após o jejum o SENHOR deu-me consciência de minha condição e passei a me chamar Jesus. Então pousou sobre mim o Espírito Santo, simbolizado por uma pomba, que representa a pureza e a paz (João c.1 v.32). Outrossim, quando ameaçaram apedrejar Maria Madalena, só podia saber que todos aqueles homens eram pecadores porque anteriormente vivera no meio deles (João c.8 v.7). E agora de novo, só por ocasião do jejum o SENHOR me mostrou que o nome que adotei quando iniciei minha vida pública, Iuri, tinha a segunda letra no sentido contrário (u # n), e revelou que meu nome legítimo é INRI, o nome que paguei com meu sangue na cruz, conforme previsto nas Sagradas Escrituras (“Ao que vencer… escreverei sobre ele o nome de meu DEUS… e também o meu novo nome” – Apocalipse c.3 v.12). INRI é o nome que Pilatos escreveu acima de minha cabeça quando eu agonizava na cruz, quando cuspiam em meu rosto, quando me humilhavam, quando se cumpriam as Escrituras. INRI é o nome que custou o preço do sangue.”

>>SQNS: Há uma imagem na internet que mostra tua carteira de identidade. Nela, podemos ler “Não doador de órgãos”. Há alguma razão especial para sua escolha? Doar órgãos não ajuda a salvar outras vidas?

>>INRI: “Há uma razão sim. Eu não posso ser desonesto, sendo assim não posso doar o que não é meu. Se eu tivesse um órgão suplementar, um “estepe”, aí sim poderia doar. Digamos que eu tivesse dois corações, neste caso doaria um para alguém. Mas só tenho um coração, e esse que eu tenho não é meu; pertence ao meu corpo, que é o templo de meu PAI. Sendo assim, não posso remover um órgão de meu corpo à revelia da vontade do meu CRIADOR, meu SENHOR e meu DEUS. No caso do sangue e medula óssea, é lícito doar porque ambos se renovam. E por que não é lícito aos olhos de DEUS e da lei divina expor os órgãos à doação? Quando te declaras doador de órgãos e colocas teu nome na fila de doadores, todas aquelas pessoas que estão esperando um órgão, por razões óbvias estarão consciente ou inconscientemente vibrando, torcendo pela tua morte, pelo teu passamento, ou seja, estarão desejando o teu fenecimento; isso é automático. E isso gera no contexto cósmico uma corrente energética que tornará os “doadores” mais vulneráveis e propensos a sofrer um acidente, por exemplo. Quantas vezes ouvi dizer de pessoas que se declararam “doador” e